Em vários documentos da Igreja e conferências episcopais como a puebla, Aparecida e outras é destacado a importência do leigo para a Igreja e na sua missão;
vemos e vivemos hoje uma Igreja experimentada nas várias formas de missão, como leigos consagrados encontramos hoje um vasto espaço para a evangelização do mundo, a igreja está nos dando horizontes de uma nova evangelização, e ela começa quando me arrumo para sair para o trabalho, a importência da missão do leigo é essa ser luz e presença do Cristo no dia a dia comum, isso tem uma importência muito significante para toda a Igreja, se fazer presente em todos os lugares e testemunhar uma vida de santidade.
Nós leigos consagrados somos chamados a ser instrumento dos desafios da Igreja, alcançar aqueles que estão afastados do Senhor, ir em busca de nosso povo que precisa do Cristo! A colaboração entre religiosos e leigos, partilhando uma mesma espiritualidade e juntando forças em um mesmo trabalho apostólico é algo que vem se dando com bastante freqüência na Igreja, com muitos e promissores frutos. Trata-se de uma colaboração entre batizadoscom vocações e estados de vida diferentes que se unem para poder servir mais e melhor à Igreja e ao Reino de Deus.
O leigo ao qual nos referimos hoje ao falar de colaboração não é sempre o mesmo que ontem. É um leigo consciente de que também ele, como o religioso ou o sacerdote, está por sua mesma condição de batizado – chamado à santidade, à perfeição e ao apostolado; a exercer na Igreja e na “nova evangelização” da sociedade um papel muito mais ativo e responsável que antes; papel que a Conferência do Episcopado Latino-americano, reunida em Sto. Domingo, qualificou de protagônico.
Afinal de contas , é do leigo que depende, em última instância e mais diretamente, a evangelização da sociedade com profundidade e “por dentro”. É ele que vive e trabalha em áreas e ambientes que devem ser evangelizados e nos quais, segundo a atual legislação ou prática da Igreja, nem o religioso nem o sacerdote podem penetrar ou só podem fazê-lo dentro dos limites que lhes permite sua vocação e estado. Pensemos, por exemplo, na vida familiar, no mundo da economia e da política, no campo da medicina, na atividade comercial e financeira etc.
O leigo de que falamos é também um leigo ao que a Igreja confia hoje ministérios antes reservados apenas aos clérigos. Um leigo com motivação e formação suficientes para poder participar, ativa e responsavelmente, na elaboração de políticas e orientações de natureza pastoral que lhe tocam de perto e sobre assuntos dos quais tem um conhecimento e experiência que os clérigos e religiosos não têm.
A Exortação Apostólica Vita Consecrata de João Paulo II, publicada em 1996, depois do Sínodo sobre a vida consagrada, trata das relações entre leigos e religiosos em geral. No parágrafo 54 deste documento, afirma-se que “hoje alguns Institutos, freqüentemente por imposição de novas situações, chegaram à convicção de que seu carisma pode ser compartilhado com os leigos. E assim estes são convidados a participar mais intensamente na espiritualidade e na missão do próprio Instituto… iniciou-se um novo capítulo, rico de esperanças, na história das relações entre as pessoas consagradas e o laicato”.
O parágrafo 55 prossegue na mesma linha: “Estas novas formas de comunhão e colaboração merecem ser estimuladas, por diversos motivos. Desde aí poderá resultar, antes de tudo, a irradiação de uma frutífera espiritualidade além das fronteiras do Instituto… Outra conseqüência positiva poderá ser a de propiciar uma sinergia mais intensa entre pessoas consagradas e leigos, em ordem à missão… Não são poucas as vezes em que a participação dos leigos traz inesperados e fecundos aprofundamentos de alguns aspectos do carisma, reavivando uma interpretação mais espiritual do mesmo e levando a tirar daí indicações para novos dinamismos apostólicos”.
Assim, religiosos e leigos podem trazer para a Igreja e para o mundo o testemunho de pessoas diferentes, em estados de vida diferentes que têm em comum o Batismo e uma mesma espiritualidade e que juntam esforços para levar adiante um sonho comum: anunciar o Evangelho e trabalhar sempre para a maior glória de Deus, peçamos ao Espírito Santo que cada vez mais ilumine nossa missão na Igreja e no mundo!
Ir.Ronaldo
Fundador Com.M.Cenáculo de Amor.
Em vários documentos da Igreja e conferências episcopais como a de Puebla, Aparecida e em outras é destacado a importância do leigo para a Igreja e na sua missão;
Vemos e vivemos hoje uma Igreja experimentada nas várias formas de missão, como leigos consagrados encontramos hoje um vasto espaço para a evangelização do mundo, a igreja está nos dando horizontes de uma nova evangelização, e ela começa quando me arrumo para sair para o trabalho. A importância da missão do leigo é ser essa luz e presença do Cristo no dia a dia, isso tem uma importância muito significante para toda a Igreja, se fazer presente em todos os lugares e testemunhar uma vida de santidade.

Nós leigos consagrados somos chamados a ser instrumento dos desafios da Igreja, alcançar aqueles que estão afastados do Senhor, ir em busca de nosso povo que precisa do Cristo! A colaboração entre religiosos e leigos, partilhando uma mesma espiritualidade e juntando forças em um mesmo trabalho apostólico é algo que vem se dando com bastante freqüência na Igreja, com muitos e promissores frutos. Trata-se de uma colaboração entre batizados com vocações e estados de vida diferentes que se unem para poder servir mais e melhor à Igreja e ao Reino de Deus.

O leigo ao qual nos referimos hoje ao falar de colaboração não é sempre o mesmo que ontem. É um leigo consciente de que também ele, como o religioso ou o sacerdote, está por sua mesma condição de batizado – chamado à santidade, à perfeição e ao apostolado; a exercer na Igreja e na “nova evangelização” da sociedade um papel muito mais ativo e responsável que antes; papel que a Conferência do Episcopado Latino-americano, reunida em Sto. Domingo, qualificou de protagônico.
Afinal de contas , é do leigo que depende, em última instância e mais diretamente, a evangelização da sociedade com profundidade e “por dentro”. É ele que vive e trabalha em áreas e ambientes que devem ser evangelizados e nos quais, segundo a atual legislação ou prática da Igreja, nem o religioso nem o sacerdote podem penetrar ou só podem fazê-lo dentro dos limites que lhes permite sua vocação e estado. Pensemos, por exemplo, na vida familiar, no mundo da economia e da política, no campo da medicina, na atividade comercial e financeira etc.
O leigo de que falamos é também um leigo ao que a Igreja confia hoje ministérios antes reservados apenas aos clérigos. Um leigo com motivação e formação suficientes para poder participar, ativa e responsavelmente, na elaboração de políticas e orientações de natureza pastoral que lhe tocam de perto e sobre assuntos dos quais tem um conhecimento e experiência que os clérigos e religiosos não têm.

A Exortação Apostólica Vita Consecrata de João Paulo II, publicada em 1996, depois do Sínodo sobre a vida consagrada, trata das relações entre leigos e religiosos em geral. No parágrafo 54 deste documento, afirma-se que “hoje alguns Institutos, freqüentemente por imposição de novas situações, chegaram à convicção de que seu carisma pode ser compartilhado com os leigos. E assim estes são convidados a participar mais intensamente na espiritualidade e na missão do próprio Instituto… iniciou-se um novo capítulo, rico de esperanças, na história das relações entre as pessoas consagradas e o laicato”.
O parágrafo 55 prossegue na mesma linha: “Estas novas formas de comunhão e colaboração merecem ser estimuladas, por diversos motivos. Desde aí poderá resultar, antes de tudo, a irradiação de uma frutífera espiritualidade além das fronteiras do Instituto… Outra conseqüência positiva poderá ser a de propiciar uma sinergia mais intensa entre pessoas consagradas e leigos, em ordem à missão… Não são poucas as vezes em que a participação dos leigos traz inesperados e fecundos aprofundamentos de alguns aspectos do carisma, reavivando uma interpretação mais espiritual do mesmo e levando a tirar daí indicações para novos dinamismos apostólicos”.
Assim, religiosos e leigos podem trazer para a Igreja e para o mundo o testemunho de pessoas diferentes, em estados de vida diferentes que têm em comum o Batismo e uma mesma espiritualidade e que juntam esforços para levar adiante um sonho comum: anunciar o Evangelho e trabalhar sempre para a maior glória de Deus, peçamos ao Espírito Santo que cada vez mais ilumine nossa missão na Igreja e no mundo!
Ir.Ronaldo
Fundador Com.M.Cenáculo de Amor.